Meu professor não gosta de mim

Seria um almoço comum, com uma boa amiga, diferente de outros, esse foi combinado. Minha boa amiga é alguém equilibrada, dedicada, cristã, almoçar com ela é sempre um prazer. Sentamos e começamos a conversar,  uma amiga nossa senta com agente e acaba se tornando testemunha de tudo, transformei os meus conselhos e os comentários daquele dia a essa querida amiga em um post que pode ajudá-lo em um momento de dificulte.

Situação: Minha amiga está sendo vítima de discriminação na faculdade por uma professora que ama a turma dela e odeia ela, demonstrando esse comportamento de maneira  tratar minha amiga sempre diferente.

O que fazer quando isso acontecer? Trancar a disciplina nem sempre é a melhor opção. 

Se possível não tranque a disciplina. Pode prejudicar você na sua vida acadêmica, inclusive sua carreira. Muitas vezes também um professor ministra mais de uma disciplina e provavelmente você terá que ser novamente aluno dele em outra ocasião.

Tente aguentar, e superar a discriminação, esse é um bom remédio. Lembre-se que você está na faculdade pra aprender, faça a sua parte, esforce-se. Lembre que cursar essa disciplina é essencial a seu plano de carreira e de vida. Seja um aluno dedicado e pontual.

Não denuncie. (?) Não sou louca! Se o professor não é injusto com você publicamente, ou em ralação as suas notas, se só você percebe o tratamento diferente (principalmente se nem seus colegas percebem), não é muito relevante abrir um processo no protocolo ou na coordenação. Não tente nada se você não pode provar. Muitas vezes o professor só trata a pessoa indiferente e isso provavelmente não vai conseguir ser provado nem trazer nenhum beneficio a você.

Tente colocar-se no lugar do professor. Isso mesmo. Tente descobrir o que faz o professor rejeita-lo, se você descobrir o motivo, não se sinta culpado, provavelmente isso é uma fraqueza do docente não sua. Portanto tente entende-lo só e simplesmente para poder lidar melhor com isso.

Se você realmente decidir cursar a disciplina. Tente encontrar qualidades naquele Mestre, provavelmente você irá identificar mais os defeitos, mas acredite todas as pessoas tem qualidades. Identificar qualidades no docente vai ajuda-lo a cursar a disciplina com mais tranquilidade.

Consiga o respeito de seus colegas. Demonstrar que os seus colegas te admiram seja por quais forem os motivos vai fazer com que o seu Professor veja que você é respeitado e tenda a te respeita-lo também. Dê contribuições relevantes e seja seguro em relação a sua participação em sala de aula.

Não concentre a sua vida nisso. Tendemos a nos concentrar muito nos nossos problemas, calma. Relaxe! Vá sempre pra a aula de cabeça em pé.

Se tudo isso não te ajudar e os maus tratos persistirem. Se isso te causa mal estar muito grande ou até angustia. Procure seus direitos. Se isso tá gerando muito estresse é importante também procurar um psicólogo, que vai te ajudar a superar essa situação.

Lembre-se que isso não é uma fórmula pronta, não vai servir em todos os casos, mas vai ajudá-lo a refletir.

O que me dói é saber que isso é mais comum do que se pensa e que muitas vezes professores usam sua “autoridade” para mal tratam seu alunos, mesmo nas universidade.

Aos aluno, Boa Sorte!

Aos professores, mais respeito!

Humildade

Não classificar pessoas me dá a constante oportunidade de eleva-as em meu conceito. Assim existe sempre uma chance de recomeçar.

Não que o meu conceito sobre as pessoas seja algo assim tão importante, mas acredito que o modo como nos relacionamos com o nosso semelhante tem muito a ver com o conceito que fazemos sobre ele. Talvez por isso, ou porque não dizer apesar disso, o padrão de Deus para nós é que nos amemos uns aos outros  (1º João 4:11; entre outas). Porque somos diferentes, e quando amamos alguém compreendemos essa pessoa melhor, ou somos mais leais à pessoa que é objeto do nosso amor. Acredito que é sempre mais fácil compreender aquele que amamos, é mais fácil ter empatia (a capacidade de se colocar no lugar da outra pessoa) por essa pessoa.

O fato é que quando eu não classifico estou mais aberta às surpresas da vida, sim porque as pessoas são realmente surpreendentes!

Nesse caso, ou porque não dizer, nesses casos, as surpresas se referem a humildade de duas pessoas.  E como admiro pessoas humildes, a humildade só poderia ser mesmo um dom de Deus, porque é sublime demais para ser humano. A própria Bíblia fala que os humildes receberam a Terra por herança (Mateus 5:3), em outras palavras os humildes serão salvos, vão para o Céu.

Não, as pessoas não são perfeitas! Erram e erram sempre. E se você, caro leitor, quer ser feliz e viver sem frustrações entenda que as pessoas erram e que sempre vão errar (inclusive com você) e que nunca vão existir pessoas perfeitas.  Mas acho incrível conviver com pessoas diferentes que exercem o mesmo papel e reagem a vida e as “coisas desta vida” de maneiras tão diferentes. Acho incrível vê um humilde, ou melhor, alguém que tem a capacidade de ter humildade, exercendo o mesmo papel de alguém muito esnobe.

Isso também tem a ver com a pessoa em si. Sim, a forma como a pessoa vive e encara a vida tem tudo a ver com a experiência passada, com as experiências que ela viveu no passado, com as dores que enfrentou e com a maneira como (se é que realmente enfrentou ou não negou) as enfrentou. Sempre temos problemas para enfrentar as dores, por mais que estejamos bem e seguros. Não fomos programados para sofrer. Não mesmo (minha visão Bíblica da vida me faz afirmar isso, porque sei que Deus nos criou “na essência do ser humano” para sermos plenamente felizes). E por isso algumas pessoas não conseguem resolver suas dores jogam as suas frustrações nos outros não sendo seguro o suficiente para voltar atrás e corrigir possíveis erros.

Não posso também deixar de comentar, até porque acredito nisso, que pessoas que são sensíveis a Deus, manifestam o dom de Deus que é a humildade.

Resumindo, fico muito encantada com a pessoa (e ela sobe muito no meu conceito) e grata a Deus quando as pessoas me surpreendem demonstrando humildade.

Boa Semana!

Conselhos

Olá Pessoas,

 

Eu já disse aqui que esse ano dei o conselho mais mal interpretado da minha vida(?). Isso é pura verdade. E o pior é que deu uma historia enorme, cheia de mal entendidos, e sem falar que para (alguns, pq acho que nem todos sabem dos detalhes) eu saí de vilã.

 

Eu dei um bom conselho, com as MELHORES intenções, era melhor pra todo mundo, apesar de ter me comportado de forma bastante emocional. Só que não parei pra pensar se a pessoa que recebeu o conselho faria como eu pedi, ou faria como fez. Interpretou como quis, fez o que quis, magoou pessoas, sujou meu nome e ainda ficou se achando a vítima (porque eu que tinha dado o conselho).

 

Diante disso, me perguntei muitas vezes quais tinham sido meus erros em relação a toda essa historia. Orei pedi a Deus que abrisse minha mente. Logo de início vi meus possíveis erros e pedi desculpas a quem interessasse de acordo com o que a pessoa representava no caso.

 

Depois disso comecei a me questionar. Será que é realmente como diz o ditado popular? “Se conselho fosse bom, não era dado era vendido”. Mas já dei tantos conselhos positivos, que ajudaram amigos meus, que fizeram pessoas se tornarem mais felizes e alcançarem seus objetivos. Porque quando um não dá certo fico nesse drama todo. A verdade é que eu tenho motivo para todo esse drama. Pessoas, inclusive eu saíram magoadas. Mas será que conselhos realmente não são bons?

 

Sempre acreditei que eles são oportunos, desde que sejam desejáveis. E são importantíssimos desde que quem dá o conselho não esteja diretamente envolvido na historia.

 

O tempo passou e essa semana reli o verso que assegura o meu pensamento, a Bíblia diz algo sobre os conselhos

Provérbios 27:09 “…do conselho sincero do homem nasce uma bela amizade”.


Portanto dê conselhos e que eles sejam sinceros, acredito que eles são benéficos e têm muito valor.

 

No entanto, quero dá alguns conselhos, quando for dá um conselho:
1. Distancia-se do problema, se não conseguir, melhor não dá.
2. Não dê conselhos quando as conseqüências deles te levarem a perdas ou a ganhos, de qualquer natureza. Independente da sua vontade isso é prejudicial.
3. Coloque-se no lugar da pessoa que te pediu o conselho, pense se realmente você faria o que está aconselhando o outro a fazer. Use toda sua empatia.

4. Mesmo assim cuidado, nem sempre a pessoa vai agir com as conseqüências indesejadas como você agiria.
5. Pense se é o melhor para o outro. Tenha sabedoria e muito cuidado, você está lidando com alguém que tem tanta carne e osso quanto você.
6. Seja claro, seja direto e objetivo, mas não deixe de ser delicado, tenha tato.
7. Tenha certeza que a pessoa entendeu o que você quis dizer.
8. Lembre ao outro que ele é livre pra fazer da forma que ele quiser, e que as conseqüências serão para ele. Ele é responsável pela ação.
9. Faça com que o outro reflita sobre o problema.
10. Se o conselho for em relação a um terceiro, peça ao outro pra se colocar no lugar desse “terceiro”.

 

Para mim uma das maiores provas de amizade que um amigo pode me dá é sentar pra conversar comigo e me dá um conselho. Será sempre bem vindo.

Não se importe

Acabei de chegar da faculdade, jantei, e vim checar meus emails. Hoje não foi o dia perfeito. Estou meio dp, acho que é TPM. Enfim, mas estou estudando a historia de Calebe na Bíblia e na Lição da ES, e isso só já me motiva muito (qualquer dia conto a historia aqui, mas se desejar ler na Bíblia  fica em Número  12, 13 e 14). Pra completar em um tempo que estou completamente sem paciência, eu votei em alguém pra governador que meus colegas da faculdade julgam que eu não deveria votar. Eu não estou nem aí, problema deles, o voto é meu, eu faço o que quiser, e estou com minha consciência limpa. Só que eles (inclusive minha amiga) ficam me provocando muito. Fui também vê o que tá rolando no twitter e lá peguei por providencia um link de um blog que minha amiga Dani colou. Vou colar o texto é o máximo. Esse texto foi perfeito pra mim, porque sou muito provocada em relação a outros assuntos também.

Provocação Pessoal

As pessoas maduras não se abalam por causa de comentários indelicados de outras pessoas. De vez em quando as pessoas dizem coisas para nos testar e fazem comentários do tipo: você não trabalha duro! ou você come demais! ou ainda todo mundo sabe que você casou com ele por dinheiro!. Às vezes, essas coisas são ditas por inveja, mas com freqüência, são ditas para provocar uma reação. Qualquer que seja o motivo, a melhor maneira de lidar com isso é sorrir e, ou não dizer nada, ou concordar com a pessoa.


Assim sendo, da próxima vez que seu vizinho o vir em seu carro novo e disser: você não trabalha quase nada e, ainda assim, eles lhe pagam uma fortuna!, simplesmente sorria e responda: não é maravilhoso?. Você não tem de explicar nada sobre suas responsabilidades e sobre o tempo que fica ralando no trabalho. Não precisa justificar. Apenas sorria e deixe isso para lá.


Quando a sua cunhada observar coisas do tipo: você está sempre tirando férias!, concorde com ela. Diga: sim, adoro tirar férias!. Se o seu primo disser: puxa, você deve ter gasto uma nota nessa piscina, sorria e fale: pode apostar que sim. É que detesto piscinas baratas! Não se deixe perturbar. Você não vai ganhar nada discutindo com seu primo, sua cunhada, seu vizinho ou com quem quer que seja. Quando encontrar com pessoas assim, concorde com elas de uma maneira gentilmente natural. Se você começar a tentar se defender, estará frito. Em poucas palavras: somente pessoas que pensam “pequeno” fazem comentários desagradáveis; e somente pessoas que também pensam pequeno se ofendem.

Seja alguém que pensa grande.


Fonte:
Andrew Matthews é escritor e autor de vários livros, que se tornaram best sellers.


Fonte: Encontre o texto  acima nessa site muito legal que descobri Faz Bem .

PS: o título já está linkado.

Professor nota 10! [2]

Antes que termine as férias…

Esse texto que pretendo escrever no fim de cada período é para reconhecer que existem professores legais, que facilitam a vida dos alunos, ensinam MUITO e principalmente são pessoas dignas. Existiam outros com essas características, mas esse me despertaram maior atenção.


O Primeiro:

Ele foi meu professor durante um ano. No fim período passado já gostava muito dele, mas esse período ele ainda conseguiu me ensinar “mais”. Me ajudou tanto a “pensar como psicóloga” (coisa que quando entrei no curso era muito difícil pra mim), deu tantas dicas, conselhos, foi sempre um bom exemplo. Ele me prova que o caráter de uma pessoa é independe muitos detalhes.  É muito experiente, culto, PhD e ainda consegue ser muito simples. Deixa a sala em um clima tão à vontade. Pior, um dia precisei de um conselho e por ser prof. de ética, não resisti. Ele me deu um conselho tão sensato. Thank you!


A Segunda:

No primeiro dia de aula ela deu uma aula PERFEITA, quando ia saindo da sala perguntou a mim e há alguns amigos se tinha dado pra entender. Disse que estava doente e por isso a aula não tinha sido boa. Agente logo elogiou e falou que a aula foi ótima. Ela sempre simples, disponível. A mulher é elétrica. A aula dela é o máximo, muito empolgante, ela sabe muito, e melhor, sabe transmitir, e como sabe, tem muita experiência o que muitas vezes faz toda a diferença. Ela é realmente a professora nota 10, porque é MAIS completa. Obrigada!


A Terceira:

No primeiro dia de aula não reparei na aula dela. Na verdade cheguei atrasada e não via a hora da aula terminar. As semanas passaram e fui formando o meu próprio conceito sobre ela, “muito bom” por sinal. Ela é uma boa professora. Tenta ajudar a todos. É justa. É humana. Diria que é uma pequena heroína. Admiro a coragem, a dedicação e a força de vontade dessa mulher. Mais nem só de perfeição se faz um professor nota 10. E essa ainda tem muito a aprender. Mais se tiver paciência vai chegar lá. E vai conquistar o seu espaço (merecido). É porque Ela ainda é muito jovem. Mas “agente” aprende! Obrigada!


Esse período sofrido acabou. Mas que bom que ainda sobra ram pessoas humanas, que erram e acertam, não são perfeitas, mas que mesmo assim conseguem encantar agente.


Se você é professor e tem as características do texto é porque (pra mim) você  também é um nota 10. Obrigada por ensinar!


Um de meus professores disse “Um bom professor inspira o aluno”. Outro disse “educação no ensino superior é fazer com que os alunos leiam os textos”.


Minha opinião é…


Inspire seu aluno e assim ele contagiado por você vai ter desejo de aprender mais.

Leia também: Professora nota 10!

Senti-me com 14 anos

Dos 12 aos 19 anos (+ou-) fiz parte de um grupo na igreja, era muito intenso. Agente fazia a música acontecer(apesar das dificuldades), cantávamos com alegria e prazer pra adorar a Deus, catávamos em varias igrejas, e não dá pra contar o número de apresentações.  E no meio disso tudo éramos seres humanos, pior que isso, adolescentes e pré-adolescentes, éramos principalmente nos primeiros anos amigas e rivais, em praticamente tudo. O gênio forte de cada uma. Sem comparação. Foi um tempo muito MUITO muito bom na minha vida que nunca vou esquecer.

Vivi muitas situações de confiança em Deus, experiências fortes com Deus, de ver Deus fazendo vários milagres nas nossas vidas. As circunstâncias mudaram e infelizmente por causa das nossas atividades (cada uma estudando numa hora diferente) tivemos que nos separar, não conseguíamos um tempo incomum pra ensaiar.

Esse grupo viveu varias fases, em uma delas, ainda na 1ª formação, umas de nossas mães providenciou alguém pra nos ensaiar, éramos muito novas, e precisávamos de alguém principalmente que nos ajudasse na parte da técnica vocal, e também acho que nossas mães queriam alguém que colocasse ordem.

Nessa época acho que eu tinha uns 14 anos e as meninas(éramos 5) tinham entre 12 e 16. Essa pessoa que veio ensaiar agente é fera em música, muito boa em técnica, tem uma extensão vocal incrível, foi uma boa mentora espiritual, na época fazia mestrado e trabalhava, era jovem, acho que tinha 28 anos.

Ela vivia querendo entender a todas, dava indiretas. Foi virando meio que confidente das meninas, só que eu não abria a boca. E oportunidades não faltavam, como morávamos perto às vezes eu pegava carona e enquanto ela puxava assunto eu torcia pra chegar logo em casa. Eu notava que isso chamava a atenção dela, não sei exatamente porque (por incrível que pareça apesar de contar minha vida num blog eu sempre fui e sou fechada). Ela não fazia por mal, mas é normal gente jovem que convive com adolescente dá um de conselheiro. Ela brincava dizendo (quando saiamos as 6 no carro dela) que parecia aquelas baby-sitter de adolescente americano.

Pessoa muito firme, passava um livro(ou um assunto) por semana pra agente ler e resumir, era uma boa influência, dava bons conselhos e aprendi muito com ela, por ser muito determinada. Por ser firme, eu vou confessar que tinha horas que morria de medo. Num sei nem porque, sempre me relacionei bem com hierarquia e nunca tive medo de autoridade. Mas nesse caso era diferente ela realmente me intimidava. E como eu era talvez a mais distante ela fazia algumas coisas  pra implicar mesmo comigo, sei lá. Talvez seja o jeito dela.

O fato é que no último sábado, ela estava de férias aqui no meu estado e eu fui convidá-la pra fazer uma parte na sala dos jovens. Quando eu chamei ________ ela me olhou da mesma forma que me olhava naquela época, me encarou assim de forma diferente, e como sempre fazia naquela época falou: Simmm Lídia. Minha nossa! Eu gelei, fiquei tão tímida que quase não sai a pergunta, me senti por instantes com 14 anos, e comecei: É pooorque eu queriiiia saber se… e aí pronto passou a timidez e comecei a conversar normalmente. Ufa! Lembrei dos meus 14 anos. E como era bom essa época. Agora passou, ficam as lembranças, o carinho e as amizades construídas.

Qualquer dia conto umas historias desse grupo (Shekinah) pra vocês.

Boa Semana!

Relação Professor X Aluno

Sempre mantive um bom relacionamento com os meus professores, na maioria das vezes de proximidade. Algumas coisas contribuíram para isso, o fato de eu ser comunicativa, de participar das aulas, de ser atenciosa (modéstia parte), sem falar que boa parte da minha vida sentei na frente (senão não presto atenção hehehe), no ensino médio sentava perto(em cima) do birô.  Isso te rende alguns encontros bem engraçados, onde a principal pergunta é “o que você está fazendo?”(Qualquer dia conto detalhadamente como é um desses encontros aqui). Te rende também alguns encontros decepcionantes, quando o professor não lembra mais de você, ou simplesmente não se importa em te encontrar, até porque você só era mais um dos 400 alunos que ele tinha por ano.


Depois que entrei na faculdade a coisa não mudou, eu sou o tipo de aluna que realmente presta atenção na aula, sem falar que não falto e ainda sou uma admiradora de bons comunicadores, e de pessoas que tem didática (coisa que por sinal é às vezes rara nas universidades) e de grandes seres humanos. Tudo isso me faz observar bem a aula. E as conseqüências são as mesmas, sou cumprimentada por meus professores nos corredores, na rua, no shopping ou em qualquer outro lugar. E ainda com outros tenho conversas agradáveis sobre diversos assuntos (inclusive carreira é claro).


Se quando você tem 13 anos e é colega de um(a) professor(a) já te chamam de babão, imagine na faculdade que essa proximidade pode te trazer “ganhos”, só que pêra aí, eu sou a mesma. Independente dos possíveis ganhos eu gosto de PESSOAS, de conversar com pessoas, e não estou interessada nos ganhos ou nos benefícios que essa minha “amizade” vai me trazer.


Sem falar que eu sou uma pessoa cortês, e isso vem de berço, é uma característica da minha família principalmente dos meus pais, admiro isso neles e internalizei. Isso quer dizer que se eu faço um favor pra A ou B não significa que eu tenha interesse em qualquer tipo beneficio que esse favor vai me trazer. NÃO FAÇO FAVOR PRA NINGUÉM PENSANDO NOS BENEFÍCIOS. Eu sou uma cristã, faz parte do meu cristianismo servir. Eu realmente acredito que se você não vive pra servir não serve pra viver.


Outra coisa que quero deixar claro é que EU TENHO OPINIÃO! Quando considero se um professor é bom professor ou não, eu considero de forma ampla, isso vai além da inexperiência da pessoa, tem a ver com o conhecimento, com o esforço, com a capacidade de adotar novas estratégias quando a turma está com problemas, com flexibilidade da pessoa, com a boa vontade, com a disponibilidade, com o ser humano (que ele (a) é). E é lógico que eu sou um ser humano e tenho que entender que um professor também é ser humano. Por isso se posso dá a mão a alguém (seja essa pessoa quem for), eu realmente não vou dá um chute! Só pra completar: se “eu” me identifico com uma pessoa eu vou sim ver mais qualidades do que defeitos, isso é natural em relacionamentos humanos mesmo que entre professor e aluno (só com uma convivência maior começamos a ver os defeitos). Mesmo assim, me considero BASTANTE REALISTA.


Ainda outra coisa. Eu sou uma pessoa observadora, portanto naturalmente por vezes sou critica mesmo sem querer. Mas não acho correto, e por isso assim que noto que estou tendo esse comportamento (críticas destrutivas) tento me livrar dele. E NÃO GOSTO que as pessoas fiquem no meu ouvido “METENDO O PAU” NOS OUTROS! Não acho correto e ponto final. Não tem o que discutir, é minha opinião.


Mais outra coisa. Gosto de estar em PAZ! Gosto de semear a paz! Sou sim contra guerras e brigas. Se existe um conflito tento de todas as maneiras resolver na paz. E mais, NÃO tenho medo de autoridade, não tenho problemas com autoridade, nunca tive, nem o auge da minha adolescência com toda a euforia, mesmo assim eu sempre respeitei autoridade. Gosto de fazer acordos. E tenho mesmo que sem querer aprendido a fazer concessões. Isso me ajuda a ser mais humana e gosto disso, mesmo sabendo que quando agente negocia e faz concessões não é a nossa vontade que é feita, às vezes é como em um jogo de futebol onde o resultado foi 1X1, por vezes 1X1 é sem graça, mas nem sempre precisamos ir pros pênaltis.


Por fim: Por vezes meus planos, até aqueles formulados com as melhores intenções, não terminam como eu esperava! NÃO SOU PERFEITA, vou erra sempre, mas acredite, eu busco sempre acertar.


Se você é PROFESSOR(A) e está lendo esse texto saiba de uma coisa. Você se colocou em público, é um formador de opinião e desperta atenção dos alunos durante toda a aula (mesmo na universidade). Por isso, se conforme, SEUS ALUNOS VÃO FALAR DE VOCÊ (bem ou mal vão falar). E não vão falar só da sua aula não, vão falar das suas opiniões, das suas ações, da sua roupa, do seu corpo e etc. Lembre-se do tempo que você era aluno, você também falava dos seus professores. Eles NÃO VÃO FALAR POR MAL, mas lembre que você se coloca na frente deles por horas e isso chama a atenção deles, por isso vão falar.  Se conforme ou mude de profissão!


PS: Texto logo, mas importante, um dia vou tornar o blog público e quero que leiam isso. Queria que esse dia fosse hoje, mas ainda não dá. Preciso de mais liberdade.


[Texto que formulei ha um tempo mas que só escrevi agora]

AMIGOS, Amigos, amigos?

As pessoas entram nas nossas vidas sem pedir licença. Sem perguntar se podem e fazem de tudo pra chamar nossa atenção.

Já não sou mais a antiga seletiva, decidi que selecionar mesmo só quando for profissional de RH. E logo nesse ano aberto decidi de vez não selecionar, decidi arriscar, e arriscar por vezes significa se machucar.

Decidi estar realmente aberta, e pra ser bem sincera logo em março descobri que isso ia me custar muito caro, porque quem se protege demais como eu, não se protege porque é frio e calculista como muitos podem julgar, mas se protege porque tem medo de sofrer, de perder e de se machucar. Mas eu não me conformei, não mudei de plano porque em março minha decisão já tava me machucando, abstrai e decidi continuar tentando e ver o que esse meu ano aberto ia me causar.

Decidi que pra ser meu amigo não precisa ser tão bom assim, não precisa ser o melhor, não precisa provar nada, pra ser meu amigo não precisa fazer prova, não pego currículo, não faço prova de seleção, não tem prova de título, nem teste psicológico, não tem exame físico, não tem entrevista, nem tempo de experiência, nem muito menos carta de referência (não que antes tivesse todos esses teste mais eu me protegia demais, por isso o exagero).

Comecei a acreditar que amizade simplesmente acontece. Que pessoas são de carne e osso e simplesmente erram. Que não tem quem seja bom demais pra passar na prova se cada vez agente for subido o nível. E mesmo que se façam esses testes todos não é garantia de nada, de ser bom amigo, de não se magoar, amigo é ser humano e sempre vai errar. E sabe que quando ele erra (ou agente) tem suas vantagens? Depois que perdoamos começamos a aprender a lidar com a dificuldade dele (ou ele com a nossa).

E acreditando nisso dei uma chance (chance, é preciso da chance?) a quem não se batia comigo, a quem sempre erra do contra quando eu abria a boca, mas a quem de longe parecia ser gente boa, afinal era querida por todos, comecei a não pegar tanto no pé dela, e exercer o que faço com os meus amigos, aprender com as pessoas, que bom, que bom que fiz isso, que bom que não racionalizei tanto, que bom que repensei, que dei tempo. Porque se não tivesse feito isso logo eu não teria tempo, e teria ficado com uma dor na consciência por não tentar, mas não, fiz aprendi e realizei. Esta não está mais viva pra contar o que pensa o que sente, descansa, dorme. Foi bom enquanto durou! Mas acabou porque a vida é assim mesmo, é efêmera, e essas coisas acontecem e ajudam agente a pensar. Apesar da dor que nos causa e essa dor é profunda como nunca poderia eu imaginar. Até porque nunca pensei nessa possibilidade, agente nunca pensa que nossos amigos podem morrer. E só acreditei porque vi. Tem coisas que agente precisa ver pra acreditar.

È por isso que quem entrou ultimamente na minha vida, fazendo de tudo pra chamar a minha atenção (ou faz de tudo para buscar aprovação? Não sei! Vou descobrir), chegando bem perto pra eu não deixar de olhar, mostrando toda sua humanidade, sendo amável, educada e simpática, mas que ainda me desperta certas suspeitas (é muito certinha, eu sou assim, será que desperto suspeitas?) Vou dando um voto de confiança, apostando no meu ano aberto, acreditando que amizade não tem hierarquia. Que a hierarquia só começa depois quando agente já é amigo, e alguém ocupa o espaço que outro alguém deixou aberto, e passa a ser mais próximo.

A vida nos reserva surpresas. Quem poderia imaginar que em seis meses a vida me faria tantas, mesmo que pequenas surpresas? Quem imaginaria que a primeira impressão não foi a que ficou? Tem vezes que a convivência diz muito mais que a primeira impressão.

Se aprendi alguma coisa com a decepção de março?

Sim, claro que sim, aprendi que vale a pena tentar.

Se vou sentir saudades da amiga que dorme?

Sim, muita saudade, já estou sentido.

Se quem fez tudo pra chamar minha atenção vai realmente permanecer na minha vida?

Eu não sei.

Só sei que o meu ano continua aberto!


A palavra que dói

Usei por duas vezes segunda-feira a palavra que não existe no meu dicionário particular.


A palavra que me doe pronunciar.


Por um só por motivo uso essa palavra, por prudência.


Usá-la às vezes pode significar fraqueza, covardia, “falta de objetivo”.


Mas não foi o caso, usá-la no meu caso significou esperteza, prudência, ganhar tempo, e porque não acreditar e dizer, usá-la significou sabedoria, tomara!


Tomara que eu esteja certa!


Mesmo assim usá-la me traz o gosto da derrota, me traz amargura na boca, me traz recusa e indignação.


Por que tenho que de vez em quando usá-la?


Incluí – lá no meu dicionário me dói.


Não colocá-la pode por vezes significar suicídio.


Não suicídio de vida, mas suicídio de objetivo.


E usá-la já não significa suicídio?


Pra mim não, significa ganhar tempo, ganhar o jogo, quem sabe começar um segundo tempo(?).


Se usar duas vezes em um único dia é ruim, se usar duas vezes em uma semana é ruim, se usar duas vezes em um mês é ruim.


Imagine ter que usá-la na quarta-feira. (?)


Três vezes em uma única semana.


Não, eu não queria usá-la na quarta-feira, aí pareceu mais fraqueza, não aí significou proteção, me proteger do sofrimento que não usá-la me pode causar.


E mais que isso, tenho que confessar, no fundo, no fundo, eu nem queria, quer dizer, eu até queria, mas talvez não esteja preparada, não tenha esse tempo, não queira os possíveis problemas que não usá-la iria me causar.


E ainda tem a dúvida, a incerteza, é verdade que já ganhei uma partida, mas o jogo só está a começar, e se o outro time não quer jogar com agente, na vida real não é WO.


Na vida real é rejeição.


E mais uma vez prefiro dizer que usar a palavra é proteção.


Sabe uma coisa que eu amo e odeio ao mesmo tempo?


O TEMPO


Eu odeio o tempo pela ansiedade que me causa, mas eu AMO o tempo pelas voltas que ele me mostra.


E quantas voltas!?!.


Agora é só esperar.


Acreditar que fiz as escolhas certas e que Deus vai me abençoar.


Sim…


E a palavra que não existe no meu vocabulário.

Editado: Para saber o resto da história e ver que Deus me abençoou leia também: Sou fraca e Fracasso não é a pior coisa do mundo!

A palavra que não existe no meu dicionário.


O verbo que é possível conjugar de muitas formas é D-E-S-I-S-T-I-R.


É nessa palavra que nem gosto de pensar.


Editado: Para saber o resto da história e ver que Deus me abençoou leia também: Sou fraca. e Fracasso não é a pior coisa do mundo


ahoracerta

Ainda agora tava lendo uns textos em Daniella. E aí tirei uma frase interessante e coloquei no meu orkut “Nem sempre tudo que eu falo consegue ajudar algumas pessoas que eu gostaria”. A minha frase se apresenta em contexto diferente e ao mesmo tempo não, enfim…. Às vezes agente escreve coisas nos blogs endereçadas a certas pessoas. Que pena que agente não pode imprimir e colocar em um envelope e mandar pra pessoa. Que pena que também não se pode copiar e colar e enviar por email pra pessoa.

Hoje o texto é especifico pra alguém. Que eu gostaria muito que lesse tudo que vou escrever. Que pena que isso não vai acontecer.

Estou um pouco nostálgica hoje e vou escrever sim, sobre um conto de fadas apesar de saber que  “A vida não é um conto de fadas. Temos problemas e dificuldades, infelizmente”.

Você já conheceu a pessoa certa na hora errada? Até hoje quando você se lembra, revive a historia e isso ainda mexe com você? Dava tudo certo, era tudo perfeito, mas a hora era errada, não dava tempo. Simplesmente porque o tempo não se passa do jeito que agente quer.

Há 3 anos atrás escutei uma frase “Ele disse que nunca tinha sentido o que sentiu por você, nunca tinha gostado como gostou de você”. Isso mexe com uma mulher, mexe muito! Apesar da pouca idade agente sente coisas por pessoas que nunca se apagam totalmente. E aí me pergunto: Porque que eu não era mais velha? Não sei! Mas bem que gostaria! Sei lá! É lógico que o tempo não volta, é lógico que o tempo faz duas pessoas mudarem e se tornarem diferentes. Mas por que não se tentar de novo? Por que não?

Por outro lado, tem pessoas que não conseguem perdoar as coisas do passado, mesmo de um passado bem distante. Sei não, mas eu penso assim: Gosta? Vai atrás! Isso não é humilhação, isso é gostar, isso é tentar, isso é permitir uma nova chance. Mas que isso, quem sabe isso não é tornar “a pessoa certa na hora certa”. Pode ser que seja diferente, até porque o tempo é diferente. Pode ser sim. Pode ser que der errado? Mas, e se não for? Se der tudo certo? Se agora for à hora certa, com a pessoa certa. Porque não sentir aquilo tudo e um pouco mais? A única coisa necessária é: fazer do “se” uma certeza, ou seja, um “ir”. Ir em busca do que se quer! Sofrer agente vai sempre até porque a vida não é um conto de fadas, mas bem que poderia.

Se quem devia ler esse texto por acaso lesse. Eu diria “vá” ou melhor “Venha!”.


PS: Contando minha vida em público? Eu? Não faço mais! :)

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