O que desengasga?

Você já se engasgou alguma vez? Se sim, já sentiu aquela triste sensação de ter alguma coisa sufocando a sua garganta, um nó constante, um incomodo. E aí alguém sugere… comer farinha, beber água, bater nas costas. E daí, de uma hora para outra, ou o que tá te engasgando desce, ou saí fora. E tudo volta ao normal.

Mas e na vida, o que desengasga?

Já teve essa sensação de que está com alguma coisa entalada na garganta, alguma coisa que você não pode resolver, que você não quer engolir, queria apenas cuspir fora mais não pode?

Triste sensação. Aqui estou eu, profissionalmente abalada. Parece que comecei a questionar todos os meus desejos e aspirações profissionais porque apesar de estar fazendo o que gosto, não estou fazendo do jeito que gosto, ou do jeito que acredito que deveria ser, triste fim de um começo. E assim fico engasgada. Tentado fazer o que não quero, só porque o “sistema” quer, ainda bem que o que estou fazendo é honesto e descente, só pra explicar, NÃO estou em um dilema ético, só não quero estudar o que querem que eu estude.

Já tentei tantas vezes engolir no seco, mas parece que sempre volta, e sinto-me engasgada!

Aí pergunto a você caro leito, o que desengasga?

Diga-me, estou precisando desengasgar, ensine-me a engolir, ou me dê de beber, pois quero desentalar.

Triste começo do fim de um começo. 

Um drama em 24 meses

Se a minha visão de mundo é tão diferente do que me impõem a estudar… eu fico me perguntando… como poderei me inspirar para escrever? De tanto refletir entendi que devo jogar fora a essência do ser para poder escrever sobre algo excessivamente exterior a mim. Transformei-me em um ser redondo, assim vejo só um lado da coisa, não vejo a essência, mas não perco a essência, vejo apenas o que devo ver agora, o que devo fazer agora para meu objetivo alcançar, se eu ver demais vai doer, se eu não ver eu consigo sublimar, sublimo o ser em busca do meu objetivo. Pela sublimação do ser, não serei anormal a corrente de pensamento que me empurram garganta abaixo. Esse é o drama de alguém que decide fazer pró-graduação, e terá que escrever o que o programa, o orientador ou o projeto manda. Menos escrever sobre o que você acredita ser eficiente, importante e necessário. Não, eu não sou contra pesquisa básica, eu gosto, o tema não é esse. É apenas um desabafo que quem terá que escrever sobre o que essencialmente não acredita. 

A procura

Vou começar dizendo que não sou e nem estou desesperada, tenho 24 anos, e acredito que cada coisa tem seu tempo, e cada tempo sua hora. É lógico que pra mim o tempo já está chegando, e sim, eu quero casar, mas não estou desesperada, mas é claro que me preocupo. E acredito principalmente que Deus tem um plano, Ele não escolhe “a pessoa” certa, mas existem algumas possibilidades de “pessoas certas” e que se agente desenvolve um relacionamento com Deus, Ele nos ajuda a escolher.

Hoje estava assistindo aula, e meu professor para dá um exemplo disse: Lídia, você que está solteira, me fala as características do cara (homem) ideal”… Não precisa falar (risos).

Mas eu, claro, comecei a pensar… É lógico que já sei/pensei as características do “rapaz ideal”, essa lista não está escrita (ainda, isso porque fui assistir o “Seminário Eu escolhi esperar” e me recomendaram que eu escrevesse para Deus saber tudo direitinho). Depois da aula vim o caminho inteiro pensado como tudo é complicado nessa escolha.

Primeiro: porque eu sou uma pessoa séria, sempre fui, ou seja, não vivo por aí com um e outro.

Segundo: porque eu sou alguém reservada, tipo, calma mesmo.

Terceiro: porque eu não gosto de “partir” o coração das pessoas.

Quarto: porque eu sou difícil de me apaixonar.

Quinto: porque nem sempre tem “química”, e fora todas as outras coisas importantes (Religião, personalidade, maturidade, resolução profissional, segurança emocional, beleza) química é sim um aspecto muito importante, e claro não é como todo rapaz que você tem.

Ou seja, independente de quem seja o Rapaz ideal, e quando digo ideal não quero dizer perfeito, mas ideal para mim, alguém que vai me fazer feliz e que eu vá conseguir fazer feliz, digo, a escolha é muito complicada.

Era isso! A procura continua, eu espero não só achar, mas também ser achada! 

Acompanhamento “Objetivos 2013”

Faltam 91 dias para 2014!

Semana passada abri meu arquivo “Objetivos 2013”, queria verificar como ia no cumprimento das metas e no alcance dos objetivos. Confesso que fiquei um pouco decepcionada, até semana passada só havia cumprido 40%, e hoje pensei nisso novamente, porque 2013 está terminando…

A casa início de ano eu estabeleço objetivos e metas, e esse ano não foi diferente, descrevi objetivos espirituais, profissionais, acadêmicos, pessoais, para a saúde, sociais e etc. É lógico que existem coisas complexas, que só poderão ser cumpridas no final de dezembro. Outras eu simplesmente não encontro tempo para realizar, já outras,  infelizmente deixei de lado.

Talvez você esteja se perguntado, mas qual a diferença de entre meta e objetivo? Eu te explico (coisa de administradora):

Objetivo é o alvo/desejo “em si” que você almeja alcançar. Exemplo: comprar um carro.

Meta são os passos expressos, geralmente, em tempo do que você deve fazer para alcançar o objetivo. Exemplo: Poupar 10% em janeiro (para aplicar na poupança). Exemplo 2: Ter 60% do valor do carro em julho (para dá a entrada).

Assim, você estabelece as metas para alcançar os objetivos. É possível ser mais geral ou mais detalhado no desdobramento das metas. Tá bom! Chega de aula!

Agora pergunto a você, caro leitor, como tem sido o seu ano? Tá cumprindo as suas metas? E os objetivos?

A boa noticia é que ainda temos 91 dias, mesmo que tenha perdido alguma meta ainda é possível reprogramar para alcançar o objetivo. Então faça sua parte, ainda é tempo de alcançar objetivo em 2013.

Foco! Determinação!

Boa sorte!

Desabafo

Ser impaciente é um defeito de caráter? É defeito profissional? É defeito acadêmico?

Não vou conceituar caráter, não é hora. Mas vou responder, não é. Principalmente quando não atrapalha ninguém (só eu mesma). Quando não prejudica ninguém (só eu mesma).

Mas é complicado ser impaciente. E, realmente não sou impaciente para coisas de longo prazo (Graças a Deus), sou impaciente para coisa de curto prazo, e isso torna-se bastante complicado quando incomoda as pessoas ao meu redor, ou leva elas a me julgarem de maneira diferente do que sou. Só de pensar que tudo vai recomeçar…

Não me lembrava como era ter que conquistar tudo. É tão difícil. Não estou tendo exatamente toda paciência para mostrar quem eu sou. Eu até estava, aí um ciclo terminou e começou outro. E agora um intervalo no ciclo e eu fico pensando… como vai ser a partir de agora? Será que as expectativas sessaram?

E o fato é que agente não pode compreender que tipo de expectativas acaba gerando nos outros. Que tipo de julgamento, de aposta, de receio gera nos outros. Complicado!

Não estou preocupada em agradar ninguém, não mesmo. Só estou sendo eu mesma. Afinal, tenho personalidade forte, e graças a Deus e a meus pais, tenho caráter, valores e princípios.

Vou esperar! E tentar… Ter um pouco mais de paciência… Até porque…O ano vai acabar, faltam apenas 3 meses, e eu tenho que em 8 semanas ter paciência, ficar tranquila, e ser apenas eu mesma, como sempre fui, gostem ou não!

Para cristãos…

Deus diz não, você diz sim…
Deus diz sim, você diz não…
Você está fazendo isso errado…
Deus diz sim, você diz sim…
Deus diz não, você diz não…
Você está fazendo isso certo…
Tentação, ela sempre está a nos cercar.
Quando Deus disser não, pare!
Quando Deus disser sim, continue!
Porque…
Sempre, sempre, sempre…
Deus sabe o que é melhor para você!