Um sábado atípico

O sábado é para mim o melhor dia da semana. Eu me acordo, tomo banho, bebo no máximo um copo de suco (não sei por que nem eu nem Jemima gostamos de tomar café da manhã no sábado), e coloco uma roupa bonita, ou social ou esporte fino, amo colocar aquele salto (o que valoriza bastante a roupa), depois de demorar um poucão me arrumando, entro no carro, 10 minutos depois estamos na igreja. Não dá pra explicar o que sinto em relação ao sábado porque só quem sente sabe como é. Mais o mais importante de tudo é saber que esse é o dia que eu dedico unicamente a Deus, e a meu próximo. (Qualquer dia faço um texto só sobre “O Sábado”).


Mas o último sábado foi diferente! Eu já sabia que seria – pelo menos em parte. Eu teria um compromisso o I ELA(Encontro de Líderes de Aventureiros). E como não deu para eu viajar na sexta, tive que ir no sábado pela manhã. Me acordei às 5hs da manhã (eu e uma colega que tinha vindo do Rio Grande do Norte), me arrumei e fomos ao destino.

Pra chegar lá uma “viagem” até a região metropolitana (Cabedelo) de João Pessoa, chegando lá uma balsa(muito legal andar de balsa) e depois da balsa um ônibus. Esse trajeto todo deu por volta de 1h30 minutos. Quando estávamos esperando a balsa(meus pais foram me deixar até lá) o telefone do meu pai toca, era minha tia avisando que meu avô não estava muito bem e teria de chamar a ambulância pra leva-lo ao hospital (Meu avô já tinha passado 24 dias internado e tinha saído na última 4ºfeira).

Chegamos ao nosso destino, uma casa, muito massa, enorme, beira-mar. O programa começou, fiz a minha parte (recapitulação da lição da Escola sabatina – geral). Passaram algumas outras partes e na hora da dinâmica (10h37) recebi um telefonema, era a minha mãe. Ela disse Alô! E ficou em silêncio (eu já imaginava o que havia acontecido, o silencio da minha mãe já havia me dito).


Meu avô Luiz, pai do meu pai, 82 anos, faleceu dia 15 de agosto, esse último sábado. Eu fiquei bem triste, mais ao mesmo tempo aliviada porque é muito triste ver alguém que você ama sofrendo. E eu havia pedido a Deus que Ele permitisse que o melhor pro meu Avô acontecesse.


Meu Avô foi muito bom avô pra todos os netos. Ele me chamava ou de Branquinha ou de Lida. Muito dos meus finais de semana passei em sua casa brincando junto com meus primos. Lembro vagamente das pipocas que ele fazia, dos sorvetes que ele comprava, de como ele era engraçado. Fora que meu avô era um homem muito criativo, era um “engenheiro” nato, mexia em tudo o que fosse possível, era também muito persistente, quando queria alguma coisa era difícil de mudar de idéia. Nos dez últimos anos já não era o mesmo, a doença (Mal de Alzheimer) havia levado muito da sua vivacidade.


O que tenho a escrever aqui, o que tenho a partilhar aqui é o mesmo que li quando falei no sepultamento do meu Avô. É a esperança que levo no meu peito.

Irmãos, queremos que vocês saibam a verdade a respeito dos que já morreram, para que não fiquem tristes como ficam aqueles que não têm esperança. Nós cremos que Jesus morreu e ressuscitou; e assim cremos também que, depois que Jesus vier, Deus o levará de volta e, junto com ele, levará os que morreram crendo nele. De acordo com o ensinamento do Senhor, afirmamos a vocês o seguinte: nós, os que estivermos vivos no dia da vinda do Senhor, não iremos antes daqueles que já morreram. Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, e a voz do arcanjo, e o som da trombeta de Deus, e então o próprio Senhor descerá do céu. Aqueles que morreram crendo em Cristo ressuscitarão primeiro. Então nós, os que estivermos vivos, seremos levados nas nuvens, junto com eles, para nos encontrarmos com o Senhor no ar. E assim ficaremos para sempre com o Senhor.  Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.   1º Tessalonicenses 4: 13 -18.


É possível que muitos de nós não possamos nos conformar com a morte, mas existe um consolo. É isso que me consola!!!

João Pessoa, 424 anos!

Semana passada, dia 5 de agosto, Minha LINDA Cidade, João Pessoa fez 424 anos. E no dia 5 eu queria ter feito um post especial para a cidade, mas como não deu (vcs sabe como é a vida).

Aqui está minha linda cidade par vocês conhecerem um pouquinho e saberem como é morar em uma cidade aonde todo mundo vem passar férias. Apesar de nem sempre aproveitar todas as belezas desta Capital, eu gosto muito de viver na minha pequena cidade grande.

Veja o vídeo, ele conta um pouco sobre a Cidade, pena que é um pouco político.



Esse outro vídeo é lindo,“Minha Cidade”.



Parabéns, João Pessoa pos seus 424 anos! Continue sendo essa linda cidade verde.

Essa é a minha singela forma de homenagear minha bela cidade, João Pessoa.

H1N1: Não dá pra esquecer

Folheto A5 - Influenza A - Alterado 2

Tudo me lembra a maldita gripe que tem interferido nas nossas vidas.


Segunda-feira de manhã estava dormindo quando Jemima entrou no quarto e disse:

– Lídia, tu já sabe quem morreu?(é que Jemima tem um jeito todo especial de dar notícia de morte e isso não é nada delicado.)

– Quem menina? Quem morreu?(quase dormindo)

–Eduardo?

–Que Eduardo?

–Eduardo, que foi professor da gente.

–Não acredito!

–Foi, ele morreu de gripe suína.


Eduardo Barros era jovem, 35 anos, cheio de vida, palhaço, gente fina e um ótimo profissional. Não estava aparentemente no grupo de risco. E morreu, simplesmente morreu. Isso me faz lembre que pra morre só existe um pré-requisito: Está vivo.


Isso me faz ver o quanto esse vírus está perto de cada um de nós. Eu fiquei chocada e muito triste com a morte do Prof. Eduardo. Ele foi à segunda morte registrada por Gripe A aqui no meu estado. Isso me assusta porque apesar do inverno forte (mínima de 21º e máxima de 29º) para os nossos padrões, o vírus só sobrevive no ar cerca de 2 horas. Mesmo assim a gripe tem nos assustado.


Ontem mais uma vez me lembrei da Gripe H1N1, quando entrei no WC da faculdade e tinha pra lavar as mãos, o sabonete liquido de sempre, um pedaço de sabão em barra e um potinho de álcool.


Mais uma vez lembrei da gripe quando entrei na biblioteca da faculdade e todos os funcionários e bolsistas que atendiam ao público usavam máscara (apesar de uma medida um pouco questionável para quem esta saudável).


Mais uma vez  lembrei da gripe quando na hora do intervalo tinha uma palestra pra agente com o titulo “Como se prevenir dessa influenza”, panfletos e dicas. Sem falar que desde o primeiro dia de aula existe no quadro de aviso de cada sala o folheto do ministério da saúde “Saiba como se prevenis da influenza A(H1N1)”.


Eu não sei o que posso fazer, acho que a única coisa que dá pra fazer é continuar tendo cuidado(me prevenido) e aqui no blog não deixar você esquecer. E assim agente segue sem deixar ninguém se esquecer dos cuidados que se dever ter. Sem pânico, só cuidado.


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Leia também: “Lave as suas mãos!

Meu PAI é um Gentleman

Uma das coisas que aprendi com meu pai é que amor significa cuidado. E isso não com palavras, mas com ações.


Da época de quando eu era criança lembro especialmente de quando tinha 4 anos e quebrei o meu braço(isso porque eu era uma criança muito “quietinha”, pra não dizer ao contrario), lembro de muitas das vezes que meu pai me dava o almoço na boca, ele dizia mais ou menos assim: “vai minha filha(ou Lidinha, meu pai é um dos poucos (a) que as vezes me chama assim.) mastigue direitinho, porque painho tem que ir trabalhar”. Me dava o almoço quase todo dia antes de ir trabalhar, e eu nessa época não gostava muito de comer.


Meu pai é um gentleman sempre prestativo e educado. Sua cortesia é invejável a qualquer outro homem. Ele é todo cavalheiro. Sem falar que meu pai ainda é muito culto e sabe conversar praticamente sobre todos os assuntos.


Meu pai não é perfeito, mais é um bom pai, como minha mãe diz “ele faz tudo por mim e por meus irmãos”.


E eu desejo ao meu pai que ele continue depositando a sua vida nas mãos de Deus, continue submetendo sua vontade a vontade de Deus. E quando enquanto homem ele tiver feito tudo o que puder, que não possa se esquecer que também tem um Pai, que está lá no Céu, mas também está aqui bem perto dele e esse Pai celestial esta disposto a fazer tudo o que ele não pode fazer. E é o que desejo a todos os pais que estejam lendo essa mensagem.


FeliZ DiA dos PaiS!

Volta às aulas!

Até que fimmmm!

Reclamei que as aulas começariam em uma 4º feira e ainda no mês de julho, jurei que não iria(Só na 2º feira dia 03/08), e não fui. Só que não foi por birra, não! Foi porque eu tinha marcado um dentista que já tinha desmarcado 2 vezes, tive que ir ao dentista ele me passou um exame e no outro dia fui novamente. Quando penso que na 6º feira eu vou. Que nada, recebo um email falando que não iria ter aula.

Hoje até que fim entrei naquele corredor enorme passei no pátio, pequei o corredor, fui até o quadro de avisos, olhei o número da minha sala, encontrei uma amiga, andei até a escada, subi a escada, andei mais aquele corredor enorme que tem da sala 12 até a 25, parei dei uma olhada na professora e entrei com minha amiga. Estava levemente atrasada. (Quem chega atrasada no 1º dia de aula?) (EU!) (rsrsrs)

Aula de Estratégia Organizacional, essa cadeira é muito importante, é oferecida por pouquíssimas faculdades de administração. É um privilegio pra poucos!

E o resto vocês já sabem como é(….).

Eu tava com muita saudade daquele lugar, daquelas pessoas, dessa vidinha de acadêmica. Muito boa, pelo menos no início do período.

Vocês acreditam que sonhei indo pra aula?(Eu sonho muito, demais. Tenho que qualquer dia desses contar um sonho desses aqui).

É isso! Ou seja, só pra atualizar. Bem estilo diário, que não é muito o meu, mas tudo bem! Faz parte! Afinal isso é um blog(rsrsrssr).

Beijos[Só pra completar o estilo diário](rs)

PS¹: Meia-noite e meia tenho que ir dormir. Estou morrendo de sono!

PS²: Esse post era pra ser dia 03/08/09.

Que livro é você?

Vi esse teste no blog da Daniella, é muito legal.

Se você fosse um livro nacional, qual livro seria? Um best-seller ultrapopular ou um relato intimista? Faça o teste e descubra.


“Antologia poética”, de Carlos Drummond de Andrade

que livro“O primeiro amor passou / O segundo amor passou / O terceiro amor passou / Mas o coração continua”. Estes versos tocam você, pois você também observa a vida poeticamente. E não são só os sentimentos que te inspiram. Pequenas experiências do cotidiano – aquela moça que passa correndo com o buquê de flores, o vizinho que cantarola ao buscar o jornal na porta – emocionam você. Seu olhar é doce, mas também perspicaz.

“Antologia poética” (1962), de Drummond, um dos nossos grandes poetas, também reúne essas qualidades. Seus poemas são singelos e sagazes ao mesmo tempo, provando que não é preciso ser duro para entender as sutilezas do cotidiano.

Nota: Eu não sei se eu sou exatamente “Antalogia poética” não, nem se meus amigos e minha família concordam com isso, mas… é um teste.

Faça você também.