Um drama em 24 meses

Se a minha visão de mundo é tão diferente do que me impõem a estudar… eu fico me perguntando… como poderei me inspirar para escrever? De tanto refletir entendi que devo jogar fora a essência do ser para poder escrever sobre algo excessivamente exterior a mim. Transformei-me em um ser redondo, assim vejo só um lado da coisa, não vejo a essência, mas não perco a essência, vejo apenas o que devo ver agora, o que devo fazer agora para meu objetivo alcançar, se eu ver demais vai doer, se eu não ver eu consigo sublimar, sublimo o ser em busca do meu objetivo. Pela sublimação do ser, não serei anormal a corrente de pensamento que me empurram garganta abaixo. Esse é o drama de alguém que decide fazer pró-graduação, e terá que escrever o que o programa, o orientador ou o projeto manda. Menos escrever sobre o que você acredita ser eficiente, importante e necessário. Não, eu não sou contra pesquisa básica, eu gosto, o tema não é esse. É apenas um desabafo que quem terá que escrever sobre o que essencialmente não acredita. 

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O novo morador

Com essa correria toda, acabei não contando que estudo, em Psicologia, uma disciplina chamada Processos Psicológicos básicos I, nessa cadeira agente estuda, memória aprendizagem e outras coisas mais no 1º estagio e estuda também Analise experimental do Comportamento no 2º estagio, nessa segunda parte agente repete a experiência que Skinner fez com o ratinho.

Bem, eu sou uma defensora dos seres vivos, por todos os motivos mais óbvios, mas principalmente por acreditar que eles são criaturas de Deus.

Na ultima terça-feira terminei o experimento e como já havia comunicado a todo mundo, trouxe o ratinho pra casa pra criá-lo, pense como é fofo, é lindinho demais. É bem branquinho com olhos vermelhos.

Ainda agora estava eu lá, cuidando do novo morador da minha casa, limpando a gaiola, colocando comida (água já coloquei na hora do almoço).

Agora vou indo, dormir é claro, já que não tenho mais cabeça pra estudar, estudar, estudar, vou tentar dormir um pouco mais cedo hoje, até porque amanhã tenho uma “provinha”.



H1N1: Não dá pra esquecer

Folheto A5 - Influenza A - Alterado 2

Tudo me lembra a maldita gripe que tem interferido nas nossas vidas.


Segunda-feira de manhã estava dormindo quando Jemima entrou no quarto e disse:

– Lídia, tu já sabe quem morreu?(é que Jemima tem um jeito todo especial de dar notícia de morte e isso não é nada delicado.)

– Quem menina? Quem morreu?(quase dormindo)

–Eduardo?

–Que Eduardo?

–Eduardo, que foi professor da gente.

–Não acredito!

–Foi, ele morreu de gripe suína.


Eduardo Barros era jovem, 35 anos, cheio de vida, palhaço, gente fina e um ótimo profissional. Não estava aparentemente no grupo de risco. E morreu, simplesmente morreu. Isso me faz lembre que pra morre só existe um pré-requisito: Está vivo.


Isso me faz ver o quanto esse vírus está perto de cada um de nós. Eu fiquei chocada e muito triste com a morte do Prof. Eduardo. Ele foi à segunda morte registrada por Gripe A aqui no meu estado. Isso me assusta porque apesar do inverno forte (mínima de 21º e máxima de 29º) para os nossos padrões, o vírus só sobrevive no ar cerca de 2 horas. Mesmo assim a gripe tem nos assustado.


Ontem mais uma vez me lembrei da Gripe H1N1, quando entrei no WC da faculdade e tinha pra lavar as mãos, o sabonete liquido de sempre, um pedaço de sabão em barra e um potinho de álcool.


Mais uma vez lembrei da gripe quando entrei na biblioteca da faculdade e todos os funcionários e bolsistas que atendiam ao público usavam máscara (apesar de uma medida um pouco questionável para quem esta saudável).


Mais uma vez  lembrei da gripe quando na hora do intervalo tinha uma palestra pra agente com o titulo “Como se prevenir dessa influenza”, panfletos e dicas. Sem falar que desde o primeiro dia de aula existe no quadro de aviso de cada sala o folheto do ministério da saúde “Saiba como se prevenis da influenza A(H1N1)”.


Eu não sei o que posso fazer, acho que a única coisa que dá pra fazer é continuar tendo cuidado(me prevenido) e aqui no blog não deixar você esquecer. E assim agente segue sem deixar ninguém se esquecer dos cuidados que se dever ter. Sem pânico, só cuidado.


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Leia também: “Lave as suas mãos!

Lave as suas mãos!

Bem com o mal da Gripe H1N1, venho por meio deste contribuir para a saúde pública e relembrar algumas coisas que agente pode fazer pra evitar a disseminação da doença e aproveite para tirar algumas dúvidas.


Na semana passada(17) o Jornal Hoje fez uma entrevista com a infectologista Nancy Bellei que vou colar aqui pra vocês¹.


JH: Quem pegar a nova gripe e não se tratar, vai morrer?
NB: Não. A maioria dos casos são leves.


JH: Qual a principal forma de contágio?
NB: Proximidade e se uma pessoa que estiver próximo a você esteja tossindo, espirrando e tenha contraído a gripe suína.


JH: É possível pegar o vírus no ar?
NB: Não. O vírus tem que sair de uma pessoa e passar pra outra. Enquanto ele sai, a gotícula fica no ar e numa proximidade de menos de um metro ele atingi uma outra pessoa, se não ele cai no ambiente.


JH: Como previne?
NB: A pessoa deve manter distância de quem está tossindo, espirrando. E se ela estiver muito próxima, evitar contato do corpo, por exemplo, beijo, dar a mão para alguém que está infectado, doente.


JH: Beijo transmite?
NB: Não é necessariamente o beijo, mas encostar numa pessoa que pode ter gotículas em volta da face, nas mãos…


JH: E se alguém espirra num elevador?
NB: Você deve sair no local onde você deveria sair e assim que você chegar no seu ambiente, você deve lavar as mãos antes de colocar a mão no rosto.


JH: Onde o vírus pode ficar?
NB: Depois que a pessoa tosse, espirra, pode estar na roupa, pode estar na maçaneta, pode estar no corrimão, no botão do elevador, teclado do computador, por algum tempo, por isso que é importante lavar as mãos.


JH: Álcool é melhor do que água e sabão?
NB: O álcool é tão efetivo quanto lavar a mão com água e sabão, então se você estiver em uma situação em que não possa lavar as mãos com água e sabão, você pode utilizar o álcool gel.


A Dra. Nancy Bellei citou os sintomas e o que deve ser feito: “Febre acima de 38 graus, tosse e falta de ar, não pode esperar. Deve procurar o mais rápido possível antes de 48 horas o serviço de saúde para ser avaliado”.


Uma dica: Seja simpático, mas em tempos de gripe H1N1 não precisa sair por aí apertando a mão de todo mundo.


Um lembrete: Lave as mãos, lave muito bem as suas mãos, sempre com água e sabão!


(Vou colocar o vídeo de JH que ensina a lavar corretamente as mãos²).


Um bom fim de semana e cuidado com a gripe!


¹ http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL1233685-16022,00-ESCLARECA+AS+PRINCIPAIS+DUVIDAS+SOBRE+A+NOVA+GRIPE.html

² http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL1233687-16022,00-SAIBA+LAVAR+AS+MAOS+CORRETAMENTE+E+PROTEJASE+DA+GRIPE.html

Acreditar em Deus reduz ansiedade e estresse

cerebroVoluntários mostraram diferentes atividades cerebrais diantes de testes

Acreditar em Deus pode ajudar a acabar com a ansiedade e reduzir o estresse, segundo um estudo da Universidade de Toronto, no Canadá.

A pesquisa, publicada na revista Pyschological Science, envolveu a comparação das reações cerebrais em pessoas de diferentes religiões e em ateus, quando submetidos a uma série de testes.

Segundo os cientistas, quanto mais fé os voluntários tinham, mais tranquilos eles se mostravam diante das tarefas, mesmo quando cometiam erros.

Os pesquisadores afirmam que os participantes que obtiveram melhor resultado nos testes não eram fundamentalistas, mas acreditavam que “Deus deu sentido a suas vidas”.

Atividade cerebral

Comparados com os ateus, eles mostraram menos atividade no chamado córtex cingulado anterior, a área do cérebro que ajuda a modificar o comportamento ao sinalizar quando são necessários mais atenção e controle, geralmente como resultado de algum acontecimento que produz ansiedade, como cometer um erro.

“Esta parte do cérebro é como um alarme que toca quando uma pessoa comete um erro ou se sente insegura”, disse Michael Inzlicht, professor de psicologia e coordenador da pesquisa. “Os voluntários religiosos ou que simplesmente acreditavam em Deus mostraram muito menos atividade nesta região. Eles são muito menos ansiosos e se sentem menos estressados quando cometem um erro.”

O cientista, no entanto, lembra que a ansiedade é “uma faca de dois gumes”, necessária e útil em algumas situações.

“Claro que a ansiedade pode ser negativa, porque se você sofre repetidamente com o problema, pode ficar paralisado pelo medo”, explicou. “Mas ela tem uma função muito útil, que é nos avisar quando estamos fazendo algo errado. Se você não se sentir ansioso com um erro, que ímpeto vai ter para mudar ou melhorar para não voltar a repetir o mesmo erro?”.

Os voluntários religiosos eram cristãos, muçulmanos, hinduístas ou budistas.

Grupos ateus argumentaram que o estudo não prova que Deus existe, apenas mostra que ter uma crença é benéfico.

NOTA:
Eu não sei o que você senti, eu não sei o que você pensa, eu sei o que EU penso e sei que sentir nem sempre quer dizer alguma coisa. Acreditar em Deus faz bem a vida diminui a ansiedade e o estresse. E apesar dos ateus terem a necessidade de provar que Deus não existe, eu acredito nesse Deus, no Deus verdadeiro que me criou. Pense nisto!

Fonte: BBC