Conselhos

Olá Pessoas,

 

Eu já disse aqui que esse ano dei o conselho mais mal interpretado da minha vida(?). Isso é pura verdade. E o pior é que deu uma historia enorme, cheia de mal entendidos, e sem falar que para (alguns, pq acho que nem todos sabem dos detalhes) eu saí de vilã.

 

Eu dei um bom conselho, com as MELHORES intenções, era melhor pra todo mundo, apesar de ter me comportado de forma bastante emocional. Só que não parei pra pensar se a pessoa que recebeu o conselho faria como eu pedi, ou faria como fez. Interpretou como quis, fez o que quis, magoou pessoas, sujou meu nome e ainda ficou se achando a vítima (porque eu que tinha dado o conselho).

 

Diante disso, me perguntei muitas vezes quais tinham sido meus erros em relação a toda essa historia. Orei pedi a Deus que abrisse minha mente. Logo de início vi meus possíveis erros e pedi desculpas a quem interessasse de acordo com o que a pessoa representava no caso.

 

Depois disso comecei a me questionar. Será que é realmente como diz o ditado popular? “Se conselho fosse bom, não era dado era vendido”. Mas já dei tantos conselhos positivos, que ajudaram amigos meus, que fizeram pessoas se tornarem mais felizes e alcançarem seus objetivos. Porque quando um não dá certo fico nesse drama todo. A verdade é que eu tenho motivo para todo esse drama. Pessoas, inclusive eu saíram magoadas. Mas será que conselhos realmente não são bons?

 

Sempre acreditei que eles são oportunos, desde que sejam desejáveis. E são importantíssimos desde que quem dá o conselho não esteja diretamente envolvido na historia.

 

O tempo passou e essa semana reli o verso que assegura o meu pensamento, a Bíblia diz algo sobre os conselhos

Provérbios 27:09 “…do conselho sincero do homem nasce uma bela amizade”.


Portanto dê conselhos e que eles sejam sinceros, acredito que eles são benéficos e têm muito valor.

 

No entanto, quero dá alguns conselhos, quando for dá um conselho:
1. Distancia-se do problema, se não conseguir, melhor não dá.
2. Não dê conselhos quando as conseqüências deles te levarem a perdas ou a ganhos, de qualquer natureza. Independente da sua vontade isso é prejudicial.
3. Coloque-se no lugar da pessoa que te pediu o conselho, pense se realmente você faria o que está aconselhando o outro a fazer. Use toda sua empatia.

4. Mesmo assim cuidado, nem sempre a pessoa vai agir com as conseqüências indesejadas como você agiria.
5. Pense se é o melhor para o outro. Tenha sabedoria e muito cuidado, você está lidando com alguém que tem tanta carne e osso quanto você.
6. Seja claro, seja direto e objetivo, mas não deixe de ser delicado, tenha tato.
7. Tenha certeza que a pessoa entendeu o que você quis dizer.
8. Lembre ao outro que ele é livre pra fazer da forma que ele quiser, e que as conseqüências serão para ele. Ele é responsável pela ação.
9. Faça com que o outro reflita sobre o problema.
10. Se o conselho for em relação a um terceiro, peça ao outro pra se colocar no lugar desse “terceiro”.

 

Para mim uma das maiores provas de amizade que um amigo pode me dá é sentar pra conversar comigo e me dá um conselho. Será sempre bem vindo.

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AMIGOS, Amigos, amigos?

As pessoas entram nas nossas vidas sem pedir licença. Sem perguntar se podem e fazem de tudo pra chamar nossa atenção.

Já não sou mais a antiga seletiva, decidi que selecionar mesmo só quando for profissional de RH. E logo nesse ano aberto decidi de vez não selecionar, decidi arriscar, e arriscar por vezes significa se machucar.

Decidi estar realmente aberta, e pra ser bem sincera logo em março descobri que isso ia me custar muito caro, porque quem se protege demais como eu, não se protege porque é frio e calculista como muitos podem julgar, mas se protege porque tem medo de sofrer, de perder e de se machucar. Mas eu não me conformei, não mudei de plano porque em março minha decisão já tava me machucando, abstrai e decidi continuar tentando e ver o que esse meu ano aberto ia me causar.

Decidi que pra ser meu amigo não precisa ser tão bom assim, não precisa ser o melhor, não precisa provar nada, pra ser meu amigo não precisa fazer prova, não pego currículo, não faço prova de seleção, não tem prova de título, nem teste psicológico, não tem exame físico, não tem entrevista, nem tempo de experiência, nem muito menos carta de referência (não que antes tivesse todos esses teste mais eu me protegia demais, por isso o exagero).

Comecei a acreditar que amizade simplesmente acontece. Que pessoas são de carne e osso e simplesmente erram. Que não tem quem seja bom demais pra passar na prova se cada vez agente for subido o nível. E mesmo que se façam esses testes todos não é garantia de nada, de ser bom amigo, de não se magoar, amigo é ser humano e sempre vai errar. E sabe que quando ele erra (ou agente) tem suas vantagens? Depois que perdoamos começamos a aprender a lidar com a dificuldade dele (ou ele com a nossa).

E acreditando nisso dei uma chance (chance, é preciso da chance?) a quem não se batia comigo, a quem sempre erra do contra quando eu abria a boca, mas a quem de longe parecia ser gente boa, afinal era querida por todos, comecei a não pegar tanto no pé dela, e exercer o que faço com os meus amigos, aprender com as pessoas, que bom, que bom que fiz isso, que bom que não racionalizei tanto, que bom que repensei, que dei tempo. Porque se não tivesse feito isso logo eu não teria tempo, e teria ficado com uma dor na consciência por não tentar, mas não, fiz aprendi e realizei. Esta não está mais viva pra contar o que pensa o que sente, descansa, dorme. Foi bom enquanto durou! Mas acabou porque a vida é assim mesmo, é efêmera, e essas coisas acontecem e ajudam agente a pensar. Apesar da dor que nos causa e essa dor é profunda como nunca poderia eu imaginar. Até porque nunca pensei nessa possibilidade, agente nunca pensa que nossos amigos podem morrer. E só acreditei porque vi. Tem coisas que agente precisa ver pra acreditar.

È por isso que quem entrou ultimamente na minha vida, fazendo de tudo pra chamar a minha atenção (ou faz de tudo para buscar aprovação? Não sei! Vou descobrir), chegando bem perto pra eu não deixar de olhar, mostrando toda sua humanidade, sendo amável, educada e simpática, mas que ainda me desperta certas suspeitas (é muito certinha, eu sou assim, será que desperto suspeitas?) Vou dando um voto de confiança, apostando no meu ano aberto, acreditando que amizade não tem hierarquia. Que a hierarquia só começa depois quando agente já é amigo, e alguém ocupa o espaço que outro alguém deixou aberto, e passa a ser mais próximo.

A vida nos reserva surpresas. Quem poderia imaginar que em seis meses a vida me faria tantas, mesmo que pequenas surpresas? Quem imaginaria que a primeira impressão não foi a que ficou? Tem vezes que a convivência diz muito mais que a primeira impressão.

Se aprendi alguma coisa com a decepção de março?

Sim, claro que sim, aprendi que vale a pena tentar.

Se vou sentir saudades da amiga que dorme?

Sim, muita saudade, já estou sentido.

Se quem fez tudo pra chamar minha atenção vai realmente permanecer na minha vida?

Eu não sei.

Só sei que o meu ano continua aberto!


“Meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro”

estrelinhasO Dia do Amigo foi adotado em Buenos Aires, na  Argentina, com o Decreto nº 235/79, sendo que foi gradualmente adotado em outras partes do mundo.


A data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro. Ele se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, considerando a conquista não somente uma vitória científica, como também uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do universo. Assim, durante um ano, o argentino divulgou o lema “Meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro”.


Aos poucos a data foi sendo adotada em outros países e hoje, em quase todo o mundo, o dia 20 de julho é o Dia do Amigo, é quando as pessoas trocam presentes, se abraçam e declaram sua amizade umas as outras, na teoria.*


Falar sobre amizade é ao mesmo tempo fácil e difícil. Fácil porque amizade é tão simples e difícil porque pode ser ao mesmo tempo tão complexa. Estou sendo antagônica, é verdade. Mas sei existe poucos amigos que apreciam essas minhas qualidades e acabam por tolerar os meus defeitos. É por isso que amizades são antagônicas porque apesar dos defeitos dos nossos amigos continuamos a amá-los, é porque amizades são antagônicas que quando agente se magoa, fica com raiva e mesmo assim pouco tempo depois agente tá morrendo de vontade de dar um abraço. Acho que o motivo dessa “moleza” é porque o que liga a VERDADEIRA AMIZADE é o AMOR. Parafraseando um autor desconhecido “As coisas mais lindas da vida, não podem ser vistas nem tocadas, mas sim, sentidas pelo coração. Assim como a amizade”.


O lema que Febbraro espalhou (o mesmo que é titulo desse texto), para mim, tem muito sentido porque de certa forma “meu amigo é meu mestre” na convivência com os meus amigos acabo aprendendo um pouco com eles, prefiro aprender as coisas boas, inteligentes. Já aprendi tanto com alguns deles, aprendi belas lições, “meu discípulo” meu amigo também acaba aprendendo um pouco comigo, e acaba dando valor as coisas que eu falo, faço e “ensino”, acaba me seguindo em algumas situações, “meu companheiro” essa parte dispensa comentários só sendo amigo pra entender.


Gostaria de dizer que ao longo da vida nós vamos nos deparar com pessoas que não sabem o que significa SER AMIGO, essas podem te decepcionar, mas lembre nem todas as pessoas são iguais, e por isso não se feixe para o mundo. Seja sensato, no inicio você poderá ser até um pouco seletivo, mas se não se der uma nova chance, não vai conhecer o verdadeiro valor da amizade.


Quero também que você se lembre que amigos são pessoas de carne e osso, e por isso erram, às vezes elas vão te magoar, te decepcionar, mas perdoe, nem sempre perdoar  significar voltar a relação anterior(ainda vou fazer um texto sobre esse assunto), mas quando estiver preparado seja amigável. E se possível dê uma nova chance.


Para terminar vou dizer o final de uma frase que vi hoje quando estava procurando cartõezinhos para os meus amigos, uma frase verdadeira, porém difícil. E eu quero que você pense e fique com ela.

Boas amizades crescem ao longo do tempo e é o resultado do investimento que fazemos em relacionamentos pessoais.

Feliz dia do AMIGO!

*http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_do_amigo

Amizade

corrente amizadeJá faz um tempão que estou querendo escrever sobre isso, só que a falta de tempo me impede.

Mas agora vou eu.

É o seguinte faz um tempão que eu só venho aqui falar coisa ruim sobre amizade, e acho isso péssimo. Sei que ontem Jemima também fez o mesmo e entendo ela.(Sei dos detalhes do caso).

Enfim… Existem problemas nas amizades, mas não posso ignorar tudo de muito bom que tem acontecido em minha vida em relação à amizade.

Não posso também deixar de expressar que às vezes eu posto no blog muito indignada e não espero o tempo passar. E quando o mal entendido passa eu não venho aqui falar .

E vou logo dando um conselho:

Antes de tirar qualquer conclusão sobre seu amigo(a), deixe a poeira baixar, converse com ele(a) e esclareça tudo e as vezes não será nada mais que um mal entendido!

Independendo do ontem ou do amanhã( apesar de dizer que quero conserva-los muito bem) eu tou adorando a fase da amizade que tou vivendo.

Isso porque temos(Eu e Jemima) um grupo de amigos, nos vemos sempre, saímos, comemos, andamos, compramos, jogamos é tudo muito coletivo e eu gosto demais de ficar com eles.

Mas amizades são pessoais e por mais que tenham situações maravilhosas que vivemos em grupo uma das coisas que mais gosto são as coisas que eu vivo pessoalmente com cada um. A minha mudança de conceito em relação a V, minha admiração por M, meus conselhos oferecidos a J, a bondade demonstrada por A em relação a mim, as descobertas constantes sobre que é C, a descoberta de como J é boa amiga com todos, as conversas pela metade com J, meu respeito por L, as conversas com G.O carinho que tenho por todos eles.

Eu desejo muito que isso nunca acabe, só melhore e melhore e melhore.

Apesar de saber que as vezes estar perto demais ou essa super convivência trás peculiaridades, mais isso agente tira de letra.

Conviver, conversa, descobrir coisas engraçadas, praticar o “agente só se olha” (sabe quando vc olha e já sabe o que o outro está pensando?), dá um corte em um e saber que ele não vai “morrer” por isso(pois é – como diz minha amiga C intimidade tem dessas coisas).

É lógico que com cada um tenho um grau diferente de amizade, e isso cria confiança.

Muito legal!

Tá vendo eu também tenho uma visão romântica da vida. Rsrsrs

Era isso!

Muito Bom!

Agora tenho que ir, hoje infelizmente não vou sair pra encontrá-los, eles já ligaram, mas tenho que estudar. Tudo bem amanhã agente se ver e sábado agente sai.

PS: Sem falar que essa semana nossos amigos Daniella e Junior estão de folga e viajaram pra cá. Muito bom!

EDITADO: A pedido da minha AMIGA Daniella. (Veja a edição ou pq não dizer “adição” no texto acima Amizade II, que acabou virando um post).

Por que se incomodar se não vale a pena?

Sabe quando você vai deitar pra dormir, e antes de pegar no sono, pensa em mil e uma coisas? Pois é, ontem isso aconteceu comigo. Comecei a pensar como eu, uma mulher de 30 anos, casada, independente, dona do meu nariz, ainda fico me incomodando com certas coisas que não valem a pena. Exemplos:

  1. O que os outros pensam: como se eles pagassem as minhas contas! Pra que se importar com o que os outros pensam? São eles que vivem minha vida? São eles que estão dentro de mim, sabendo o que penso ou o que sinto? Não! Mas ainda me importo :(

  2. Em agradar a todos: como se fosse possível! Ninguém, nem Jesus, conseguiu agradar a todos. E se Ele, que é perfeito, não conseguiu, não sou eu que devo esperar atingir essa “façanha”. Mas muitas vezes, eu sinto necessidade de falar certas coisas pra alguém que me chateou de alguma forma, e não tenho coragem, porque não quero desagradá-lo(a). Mas ele(a) não pensou duas vezes antes de me desagradar, certo?

  3. Pessoas que se dizem minhas amigas, mas que não se esforçam por demonstrar isso: como se valesse a pena! Responder email, recados, coisas simples, sabe? Eu nem peço muito…

Eu não tenho mais idade pra me encucar com essas coisinhas de adolescente não! Perdoem os que estiverem lendo esse texto, mas eu já passei dessa fase. Como disse Chandler, num episódio de Friends: “Y’know what? We’re not sad, we’re not sad, we’re just not 21 anymore. Y’know? I’m 29 years old, damnit! And I want to sit in a comfortable chair, and watch television and go to bed at a reasonable hour!” (Sabe de uma coisa? Nós não somos tristes, não somos tristes, nós apenas não temos mais 21 anos. Sabe? Eu tenho 29 anos, droga! E eu quero sentar numa cadeira confortável, e ver tv e dormir numa hora razoável!)

É assim que me sinto. Sou adulta, não tenho tempo pra chatices de criança. Digo pra mim mesma e pra quem quer que enfrente esse tipo de problema: não podemos agradar a todos, não podemos gostar de todos, muitos não vão gostar da gente ou ser nossos amigos, não somos perfeitos e nem podemos mais nos incomodar com bobagens. Temos mais é que curtir a vida do nosso jeito, sem perder o sono por questões imbecis. Deixa isso pra audiência de Gossip Girl…

Daniella Virmes, em seu blog “Pensamentos”.(18/05/09)

NOTA: Uma noite mal dormida, pensamentos repetidos, motivo? “amigos”. E os 10 anos de diferença, não fizeram diferença. Os laços da amizade apesar dos 900(e muitos)km de distancia uniram os sentimentos. Tudo porque não gostamos quando nos jugam mal. É assim mesmo amiga agente passa por essas e descobre que a nossa amizade é até de sentimentos.

Amigos de verdade?

Eu me pergunto: Que são os meus amigos verdadeiros?

Aqui não vou me referir aos amigos que estão em “processo de amizade” aqueles que conheço a pouco tempo ou estou me tornando amiga aos poucos( sim porque gosto de tudo tranquilo e natural), nem a aqueles que já conheço a um bom tempo, mas só estou tendo a oportunidade de conviver agora.

Falo dos velhos e “bons” aqueles antigos que eu já dei o sangue, já enxuguei as lagrimas, aqueles que passei muito tempo conversando no msn mesmo estando morta de sono, aqueles a quem disse “você vai sair dessa”, aqueles que eu apoiei e apoio.

Mas dá muita raiva, a pessoa dá a mão e vem um e pede o pé. Agente acaba dando os dois pés.

E mesmo assim esses “amigos” não confiam em você o suficiente, querem que eu abra a minha vida e conte tudo e eles nem se importam em esconder algo besta e idiota que eu sou simplesmente muito inocente pra saber, talvez eu me choque(?).

Não eu já estou chocada com a pseudo-proteção. Na verdade não há maior choque do que descobrir que se é muito insignificante pra ouvir qualquer besteira.

Acredite querido leitor eu não me importo com o assunto, esse assunto não me interessa, não me diz respeito, não quero e não vou saber. Eu me importo com o “subestimar da minha inteligência”, o “subestimar da minha sabedoria”( vocês devem achar que eu “me sinto”, “me acho”. Não é bem assim!)

O jogo aqui é confiança e confiança se conquista.

Agora vai a pergunta: E eu não conquistei?

Eu respondo: Sim, eu conquistei.

Talvez esse seja o erro, confiei demais. Ou talvez seja isso mesmo sou muito inocente, eu simplesmente sou besta de dá os dois pés, ser jogada de lado e dar os dois pés novamente e ser jogada de lado de novo.

Ahhhhhhhhhhh! Dessa eu aprendi. Esse erro não comento mais.

Não é que não tenha perdão, porque tem. É só que não sou de ferro.

Só quero falar que é errando e acertando, perdoando e sendo perdoado que se descobre quem são os verdadeiros amigos. E talvez seja assim mesmo, ou não, não sei! Só sei que faz parte da vida ter momentos de decepções. E muitas vezes aqueles que nos decepcionam são os mesmos que nos deram muita alegria e nos prometeram amizade eterna.

Nada como o tempo!

NOTA: Tava olhando o blog e principalmente meus últimos textos, eu estou mal, hem? (Essa é a impressão que tenho passado(?) Tudo bem, meus textos vão melhorar. É porque acabo escrevendo só quando estou a ponto de estourar. Nunca mais escrevi reflexão sobre a vida. Desculpa por não ter escrito domingo e segunda. E pode deixar que vou voltar aos textos felizes e reflexivos.

Beijos

Obrigada pelos acessos!

Voltem sempre!

Amizade para uma vida inteira

Amigo é muito bom…
Mas sei lá porque hoje aconteceu uma coisa bem engraçada…
Que já aconteceu outras vezes…
Que chamou muito a minha atenção!

Fomos à casa de uns amigos nossos de família…Sabe aquela amiga da sua mãe que é como se fosse sua tia? Aquela que você chama ou em algum momento de sua vida você já chamou de tia? Na verdade no começo ela era só a amiga de minha mãe, aí meu pai foi ficando amigo do esposo e nós de acordo com o que dá(pq somos um pouco mais novos) ficamos amigos dos filhos.
Resultado duas famílias amigas…Pronto!

Hoje fomos a casa deles…foi uma visitinha “rápida” (é impossível visitas rápidas entre essas duas famílias) só pra deixar um negócio. O interessante foi notar como as conversas aconteceram… Naturalmente com o passar do tempo todo mundo conversa com todo mundo. Mas hoje foi muito interessante.

Chegamos, entramos, eles nos cumprimentaram e rápido as coisas aconteceram… Eu fiquei na sala de tv com a dona da casa, agente ficou conversando sobre saúde e o nosso quase que constante cansaço. Olhei de lado e reparei que meu irmão tava com o dono da casa na sala de jantar, imagine o assunto do meu irmão de 17 anos com um cinquentão? (é muito legal conversar com  esse amigo do meu pai, ele conta umas historias muito engraçadas quase sempre quem conversa sou eu.)Imposto de renda, restituição, computadores e programas da receita federal. Minha irmã logo ali do meu lado com a filha, conversando – elas são muito amigas… Meu pai no terraço com o genro… E minha mãe com a irmã da dona da casa que mora em outra cidade e estava esse fds aqui.

Eu fiquei pensado como as coisas mudarão!
Antes era só minha mãe com a dona da casa, meu pai com o dono, minha irmã com a filha, e eu e meu irmão (sem ambiente) pedindo para que o tempo andasse logo, pra que desse logo a hora da gente voltar pra casa. Nada como o tempo. Eu nunca achava que ia crescer quando visitava aquela família, era sempre a criança. Também nunca achava que uma simples visitinha ia ser tão legal(isso já faz ums 4 anos/que é legal).

É muito bom ter amigos. E quero falar exatamente desses que são quase como família que agente acaba sem escolher, os nossos pais que escolhem, porque esses na verdade são os amigos deles. Mas mesmo assim é bom!

E quando o tempo passa e agente vai crescendo admirando uma amizade verdadeira e duradoura, os amigos dos nossos pais deixam de ser nossos tios e se tornam também nossos amigos(se bem que hoje eu deixei escapar um “tia”).
E agente vai criando também as nossas referências que um dia vamos ter amigos iguais aqueles. Amigos de uma vida.

Enfim, deu vontade de escrever e contar essa historia de uma amizade tão legal que pra falar a verdade também é animada com ótimos almoços…

Uma boa semana!
Mesmo sem tempo vou continuar vindo aqui …
Me visite sempre.